Muere elefanta Ramba en santuario de Brasil; fue maltratada por años en circos
27 diciembre, 2019
Notimex
Internacional - Notas
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Muere elefanta Ramba en santuario de Brasil; fue maltratada por años en circos

En 2011 fue rescatada por una organización animalista y pertenecía a una especie en peligro de extinción

La elefanta Ramba, quien era parte de un circo y fue rescatada por la organización animalista Ecópolis, falleció por problemas renales, informó Global Sanctuary for Elephants (GSE) en Brasil, donde se encontraba el animal.

  “Cuando Ramba fue diagnosticada con enfermedad renal hace siete años nuestra mayor esperanza era ayudarla a pasar el año. Un año milagrosamente se convirtió en siete, y su fuerza le permitió la oportunidad de venir al santuario. Parece que los elefantes tienen este inexplicable conocimiento profundo”, señaló.

En su página oficial y en redes sociales relataron su experiencia con la paquiderma. “Nos enamoramos de ella hace siete años, y ella fue parte de la razón por la que nos lanzamos a seguir adelante con un santuario en Brasil”.

Ramba fue parte del circo Los Tachuelas, en Chile por 40 años, y en 2011 fue rescatada por la organización animalista Ecópolis después estuvo en el Parque Safari, y sería trasladada a Tennessee, Estados Unidos, pero se decidió llevarla a Cuibá, Brasil, al Santuario de Elefantes.

En ese entonces los gobiernos de Brasil y Chile ayudaron para transportarla por la dificultad de exportar un animal que está en peligro de extinción.

GSE apuntó que “habíamos dicho que cada día que Ramba estaba en el santuario era un regalo, no sólo para ella, sino para todos los que pasaban tiempo con ella y que la tocaban”.

“Aunque siempre deseamos que cada elefante tenga más tiempo en el santuario, estamos muy agradecidos de que estuviera aquí”, puntualizó.

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É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Ramba. Nossa vovó teimosa, linda e maior que a própria vida, não tinha mais forças para lutar contra seus problemas renais. Ainda que após a necropsia tenhamos mais detalhes, sua morte, apesar de dolorosa, não nos surpreendeu tanto. Quando Ramba foi diagnosticada com doença renal, ainda no Chile, há sete anos, tínhamos muita esperança que ela conseguisse viver por mais um ano, no mínimo. Milagrosamente esse ano transformou-se em sete, dando-lhe forças que a ajudaram a chegar ao Santuário. Parece que os elefantes possuem um conhecimento profundo e inexplicável sobre a vida. Prometemos, repetidas vezes, que ela viria para o Santuário e ela lutou para chegar até aqui. Aqui encontrou uma alegria gigantesca, conseguiu explorar como sempre desejara e descobriu o sentido da verdadeira amizade. Talvez fosse tudo o que ela precisava e merecia. Ela se entregou à sua nova vida mas, no processo, parece que desistiu de lutar. Ela estava cansada. Na manhã de quinta-feira, 26 de dezembro, Rana e Maia estavam no galpão sem Ramba. Isso acontecia sempre, Ramba gostava de explorar mais que Rana e, ocasionalmente, retornava à pastagem para um bom banho de lama pela manhã, enquanto Rana ficava próxima ao galpão antecipando o horário do café da manhã. Saímos para encontrá-la e a descobrimos em um dos seus lugares favoritos, o recinto número 4, além do riacho. Ela parecia estar dormindo. Sua morte deve ter sido repentina pois a grama ao seu redor estava intocada. Apenas um lindo elefante, deitado em um belo pasto, os olhos suavemente fechados e o rosto doce, tão calmo como costumava ser. Como não sabíamos se Rana tinha a percepção do que acontecera, a levamos de volta para sua irmã. Sentimos que não sabia, porque quando se aproximou de Ramba arregalou seus olhos, a cheirou profundamente, repetidas vezes e depois murmurou baixinho, também, repetidamente. Cheirou e tocou todo o corpo de Ramba parecendo tentar entender o que tinha acontecido. Após vários minutos ela ficou quietinha e permaneceu ao lado de Ramba, pastando. E ali ficou, o resto do dia ao lado da amiga. * Continuação do texto nos comentários 👇

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